Há gente que, com medo de cair, rasteja..
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
É hoje!
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
domingo, 16 de dezembro de 2007
Bicho-da-seda
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Pensar

Mas a verdade é que agora, ao vir para casa, o mesmo vento gelado me despertou.
Há momentos em que é bom, até necessário, estar desperto.
Não passei a gostar do frio, mas nalgumas situações ajuda-me a pensar com clareza.. E disso já gosto.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Gelly Já!
Ocorreu-me há pouco (precisamente quando estava a comer) que podemos ser como a gelatina.
A quantidade de água é que faz toda a diferença.
Se for em excesso, fica demasiado líquida. Não presta.
Se não for suficiente, fica enjoativa e muito espessa.
Se não se mexer o tempo suficiente, condensa-se toda no fundo.
Somos o pó e precisamos da água para nos definirmos e para actuarmos, mas a quantidade de água é que mostra a nossa essência.
Pergunto-me se estarei a pôr a água na medida certa..
Não é barato!
Gosto de trabalhar! Quando começo a trabalhar é sempre a aviar!!!
Mas há vezes em que, primeiro que comece, custa caro..
Já o tio Rui diz..
.. O amor é uma fervura
Que a saudade não segura
E a razão não serena
Mas eu mudava-lhe o sujeito..
..e diria que a saudade não se cura..
..e a razão não a serena..
Que a saudade não segura
E a razão não serena
Mas eu mudava-lhe o sujeito..
..e diria que a saudade não se cura..
..e a razão não a serena..
domingo, 2 de dezembro de 2007
Fette attention!
Andava eu a passear pelo hi5 dum amigo meu e vejo o comment que uma menina lhe deixou, que dizia o seguinte: "Este fim-de-semana vou estar na tua terra. Vimo-nos?"
Tenho de me rir!
Apeteceu-me dizer: "Menina, veja lá o que está a propor.. É que "Ver" e "Vir" não são o mesmo verbo!.."
sábado, 1 de dezembro de 2007
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Over and over again
Agora que me começam a passar os enjoos físicos, começas tu a enjoar-me o espírito sempre com a mesma conversa.. Oh tibieza..
Vá de Retro!

Agora, ficar enjoada por uma gastroenterite viral não tem graça nenhuma, porque demora um tempão a passar.. E nem vou receber nota, não vou estar com babe nenhum, nem sequer vou ficar com a carta para guiar o que quer que seja desta má indisposição..
Não me apetece estar com ninguém nem fazer coisa alguma..
Tirem-me daqui!
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Saber
Hoje dizia o João para a D. Helena:
- A senhora não tem sorte nenhuma..
- Então não tenho?! Tenho 3 filhos e 5 netos!..
- A senhora não tem sorte nenhuma..
- Então não tenho?! Tenho 3 filhos e 5 netos!..
domingo, 25 de novembro de 2007
Outra..
Esta não sei se vai mais além de mim ou se não chega a mim de todo..
Olha..
..fica fixe!!!
Hoje 'tou super na morte..
Olha..
..fica fixe!!!
Ai sim?!
Este fim-de-semana ouvi na televisão uma declaração que me ultrapassa:
"Há homens que se transformam em mulheres e mulheres que se transformam em homens e vice-versa."
Não percebi..
O Beijo não é só uma música do Pedro Abrunhosa
Gostaria de dedicar este post ao beijo.
Como não quero tirar-lhe a magia, não digo mais. Fecho os olhos e deixo-me levar..
(Até ia pôr uma imagem.. Mas assim deixo que a imaginação personalize..)
Como não quero tirar-lhe a magia, não digo mais. Fecho os olhos e deixo-me levar..
(Até ia pôr uma imagem.. Mas assim deixo que a imaginação personalize..)
T.P.C.
Fazer o exercício de deixar que os estímulos saiam directamente do coração para o corpo, sem passarem pelo cérebro.
Amigos assim, não, obrigada!
O frio bate-me e o calor não se chega à frente para me defender..
Já não se pode confiar em ninguém!
Já não se pode confiar em ninguém!
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Diálogo
- És caloira?
- Sou.
- De quê?
- Adivinha!
- Psicologia..
- Não!
- Direito?
- Não!
- Então?
- Letras..
- De que faculdade?
- Não vás por aí!..
- Sou.
- De quê?
- Adivinha!
- Psicologia..
- Não!
- Direito?
- Não!
- Então?
- Letras..
- De que faculdade?
- Não vás por aí!..
(Des)aparição
Hoje tive uma (des)visão.
Quando ia a chegar perto da escola, logo de manhã, não a vi.
Pensei: Será do nevoeiro?
Era.
Quando ia a chegar perto da escola, logo de manhã, não a vi.
Pensei: Será do nevoeiro?
Era.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Ingenuidade

A dois níveis (pelo menos).
Primeiro, porque me diz claramente que alguém ou alguma coisa me falhou. Ou seja, estava iludida (não se desilude quem não está iludido). Isto, portanto, numa relação entre mim e algo ou alguém.
Por outro lado, o aperceber-me desse descuido também me desilude porque mostra que não me salvaguardei e ignorei qualquer sinal de aviso que me fui dando. Resumindo, mexe também na minha relação comigo própria.
Custa-me viver num mundo cão e perceber que não posso contar cegamente com ninguém. Nem mesmo comigo.
No fundo, o que me dói mais talvez seja mesmo isso. Ver que eu falho, principalmente quando espero de alguém..
Foi azar!
Há palavras que (não) nos beijam

As palavras valem o que valem, e até as pode levar o vento, mas a verdade é que ficam a ecoar algures cá dentro. Como quando se atira uma pedra à água e, não só mergulha a pedra, como também, à superfície, se formam pequenos círculos que vão aumentando de tamanho.
Não sei bem se isto tem a ver com alguma coisa que me disseram ou se é alguma coisa que eu não quero dizer..
Quantas não escrevo eu mentalmente..
Não sei se as apago todas, ou se algumas ainda estão guardadas como rascunho..
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Alvorada!
Isto costuma acontecer duas vezes por noite.
Esta noite, da primeira vez, não chorou propriamente: deu-me só assim um toque ligeiro! Tipo alarme do telemóvel! E eu lá fui.
Da segunda vez (já entrava a luz do dia pelo meu quarto adentro), sentou-se, palrou qualquer coisa, levantou o braço e abriu a mão.
Abri os olhos e lá estava ele a acenar-me, pensava eu, sabendo perfeitamente que nem sequer é assim que ele faz adeus! Mas, também, àquela hora da manhã, não se me podia exigir muito!
E digo eu: "Bom dia, bebé!"
Como ele continuava com a mão aberta, dei-lhe um "dá cá mais 5"! (Sim.. eu sei.. eu também abano a cabeça como quem diz: "Será possível?!")
Foi só depois do olhar de reprovação da criança que me dignei olhar sobre o meu ombro e ver o outro biberão que jazia vazio na estante atrás de mim!
Ou seja, o meu sobrinho estava a apontar!
O que é que eu daqui retiro?
Para além de que consigo ter o cérebro mais parado do que penso ser o limite (!!), também me ocorre que esta forma de comunicar se perpetua durante a vida.
Por outras palavras, pergunto-me se, quando choramos, não estaremos apenas a não saber como dizer o que nos dói ou faz falta, mas que, ainda assim, esperamos que alguém decifre o código e nos aconchegue de alguma maneira.. Alguém um bocadinho mais atento..
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Troca por troca?
Será verdadeiro o que se sente quando o cobramos aos outros?
Ou
Verdade é quando dizemos (sentindo): Gosto de ti e por isso aceito que não gostes de mim.. ?
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Semelhanças
Cada vez mais aqui
Queres lutar com quem?
P'ra doer aonde? P'ra ser o quê?
Achas que ninguém vê?..
E p'ra que fingir?
Porquê mentir e remar na dor?
Achas que ninguém vê?..
Também eu queria parar...
chorar... cair...
p'ra me levantar, p'ra te puxar!
Te fazer sorrir, não voltar a cair!...
Nao me olhes assim,
continuo a ser quem fui!
Cada vez mais aqui...
Não dances tão longe,
que eu já te vi...
Também eu queria parar...
chorar... cair...
P'ra me levantar, p'ra te puxar!
Te fazer sorrir, não voltar a cair!...
P'ra doer aonde? P'ra ser o quê?
Achas que ninguém vê?..
E p'ra que fingir?
Porquê mentir e remar na dor?

Achas que ninguém vê?..
Também eu queria parar...
chorar... cair...
p'ra me levantar, p'ra te puxar!
Te fazer sorrir, não voltar a cair!...
Nao me olhes assim,
continuo a ser quem fui!
Cada vez mais aqui...
Não dances tão longe,
que eu já te vi...
Também eu queria parar...
chorar... cair...
P'ra me levantar, p'ra te puxar!
Te fazer sorrir, não voltar a cair!...
Adormecido

No cenário da tua vida
Aclamas noites alucinantes
De gentes estonteantes
Que são tanto como tu
No teatro do teu olhar
Há quem note que a coragem
Não passa de uma miragem
Com preguiça de gritar
No repetir do teu mostrar
Inventas-te uma história
Que em ti não há memória
Porque sabes que não é tua...
Houve alguém que te conheceu
Que te faz tremer ao passar
Porque nunca a deixaste de amar...
Continuas a ensaiar
A conveniência do sorriso
O planear do improviso
Que te faz sentir maior
No artifício dos teus gestos
Pensas abraçar o mundo
Quando nem por um segundo
Te abraças a ti mesmo
E assim vais vivendo
E assim andando aí
E assim perdendo em ti
Tudo aquilo que nunca foste...
Por alguém que te conheceu
Que te faz tremer ao passar
Porque nunca a deixaste de amar
Quando um dia acordares
Numa noite sem mentira
E te vires onde não estás
Vais querer voltar para trás.
Houve alguém que te conheceu
Que te faz tremer ao passar
Porque nunca a deixaste de amar
Aclamas noites alucinantes
De gentes estonteantes
Que são tanto como tu
No teatro do teu olhar
Há quem note que a coragem
Não passa de uma miragem
Com preguiça de gritar
No repetir do teu mostrar
Inventas-te uma história
Que em ti não há memória
Porque sabes que não é tua...
Houve alguém que te conheceu
Que te faz tremer ao passar
Porque nunca a deixaste de amar...
Continuas a ensaiar
A conveniência do sorriso
O planear do improviso
Que te faz sentir maior
No artifício dos teus gestos
Pensas abraçar o mundo
Quando nem por um segundo
Te abraças a ti mesmo
E assim vais vivendo
E assim andando aí
E assim perdendo em ti
Tudo aquilo que nunca foste...
Por alguém que te conheceu
Que te faz tremer ao passar
Porque nunca a deixaste de amar
Quando um dia acordares
Numa noite sem mentira
E te vires onde não estás
Vais querer voltar para trás.
Houve alguém que te conheceu
Que te faz tremer ao passar
Porque nunca a deixaste de amar
Lados Errados

Largaram-me a mil metros do chão
Largaram-me porque me agarrei
Numa alucinação de vida
Que me enchia o coração
E que agora vejo perdida
Num cair que já não sei
Largaram-me a mil metros do chão
Reparo o sol que se afasta no ar
Rasgo caminho onde o vento dormia
Adormeço sentidos no meu furacão
Enquanto sol anuncia o dia
Sinto o meu corpo, desamparado, deslizar...
Perdi-te do lado errado do coração
Eras tu o meu chão...
Enquanto caía a terra rachou
E eu via a queda ainda mais funda
Ao meu lado passava tudo o que passei
Comigo a miragem que nada mudou
Do voo rasante que nem começou
Do tempo apressado que nem reparei
Sinto os meus gestos flutuar, devagar
No último segredo antes do ódio
À minha frente um filme de aves sem voz
E quando as toquei resolvi gostar
Quando as ouvi fiquei a amar
Ter tentado subir ao cimo de nós
Amei-te do lado errado do coração
Eras tu o meu chão...
Não sei ao que chamam lados do coração
Mas és tu o meu chão...
És tu o meu chão...
Largaram-me porque me agarrei
Numa alucinação de vida
Que me enchia o coração
E que agora vejo perdida
Num cair que já não sei
Largaram-me a mil metros do chão
Reparo o sol que se afasta no ar
Rasgo caminho onde o vento dormia
Adormeço sentidos no meu furacão
Enquanto sol anuncia o dia
Sinto o meu corpo, desamparado, deslizar...
Perdi-te do lado errado do coração
Eras tu o meu chão...
Enquanto caía a terra rachou
E eu via a queda ainda mais funda
Ao meu lado passava tudo o que passei
Comigo a miragem que nada mudou
Do voo rasante que nem começou
Do tempo apressado que nem reparei
Sinto os meus gestos flutuar, devagar
No último segredo antes do ódio
À minha frente um filme de aves sem voz
E quando as toquei resolvi gostar
Quando as ouvi fiquei a amar
Ter tentado subir ao cimo de nós
Amei-te do lado errado do coração
Eras tu o meu chão...
Não sei ao que chamam lados do coração
Mas és tu o meu chão...
És tu o meu chão...
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Instinto
Entristece-me ver o que algumas pessoas fazem para sobreviver, chamando a si aquilo que de mais animalesco têm..
Não se apercebem que às vezes o que importa não é sobreviver, mas saber viver..
E eu aprendo com os erros delas..
Não se apercebem que às vezes o que importa não é sobreviver, mas saber viver..
E eu aprendo com os erros delas..
Leitura Orientada
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Xô!
As moscas enojam-me, mas amanhã até gostava de ser uma, por breves instantes, só para assistir a um almoço de esclarecimentos!
Teoria de Maslow - Toma lá, dá cá!

Agridoce também é um sabor.
(Nota: Dar a outra face não se aplica a este caso!)
Preciso de férias

Os sentimentos são uma coisa demasiado indefinida. (Então para que é que perco tempo a racionalizá-los?)
Há uma (outra) questão por resolver na minha cabeça (é na cabeça?)..
O que é que me faz ter saudades de coisas que (quase) soube que não queria, que (quase) sei que não quero?
Será esse quase (que confere toda a dúvida à questão) que me faz acreditar que são assuntos por resolver? Ou seja, estarão mesmo por resolver?
Ou será que está tudo mais que resolvido, mas o orgulho, o ego ferido, o egoísmo me fazem escorregar frequentemente neste ponto de interrogação sem ponto?
O tempo dar-me-á a resposta.
Entretanto, estradinha adiante!
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Júnior
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Puberdade
Tenho a alma cheia.
De coisas boas.
E, quando assim estou, tropeço em pensamentos e sentimentos.
Tenho a alma cheia de luz.
É por isso consigo ver alguns pontos negros que também tenho..
Deve ser a acne deste espírito juvenil!
O que vale é que há muito que encontrei o tratamento adequado e eficaz.
De resto, é ter cuidado diariamente.
Se não melhorar, ao menos não piora!
Verborreia
As insinuações existem para quem as sabe utilizar. Quem não sabe o que fazer com elas devia ficar caladinho no seu canto, a ouvir e a aprender.
Ou então encher a boca com alguma coisa, já que, uma vez que não se fala de boca cheia, era mais uma ajuda à falta de noção de que padecem algumas mentes, brindando os restantes com o abençoado silêncio.
Tudo isto apenas porque, aquilo que não se sabe dizer, de insinuação passa a ser uma ofensa e aí há que assumir as consequências.
Irrita-me solenemente quando alguém não se sabe colocar.
Não me incomoda nada o êxito dos outros. Incomoda-me sim se for motivo para se tentar insinuar que por isso os outros são menos importantes.
É que depois há dias em que não me coíbo, nem faço esforço para tal, e da mesma maneira que entram também saem..
Quem diz o que quer, ouve o que não quer e quem não tem saco, leva no pacote!
Portanto, é pensar bem antes de dizer asneiras, não vá entrar a mosca que eu me picou..
Ovelha Perdida
Detesto que me percam coisas.
Outro dia emprestei uma caneta numa aula. Nunca mais a vi.
A culpa também é minha, que me esqueci de a quem emprestei..
Não sei se chego a preferir que me estraguem alguma coisa.. Ao menos fico logo com o assunto arrumado.
Agora, assim.. Assim não sei onde está, quem a tem, o que lhe aconteceu.. Sinto como se fosse a ovelha perdida, só que não foi ela que se perdeu.. perderam-ma.. e isto enerva-me porque não a posso procurar.. Se pergunto por ela já não foi ninguém!
De maneiras que é assim!
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Eu já trinquei a maçã
Compota
Há decisões difíceis de tomar..
Há umas que são difíceis de tomar pela própria divisão interior que muitas vezes existe.
Há outras que o são precisamente pelo contrário: porque nada pesa mais num ou noutro lado..
Não sei bem que fazer.
Sei o que vou fazer, mas não sei se é o que devia fazer.
Não é uma questão de estar certo ou errado e isso dificulta, porque faz com que não pondere, não pense tanto nas consequências a longo prazo da minha decisão.
Não me favorece a mim, mas favorece outros. Não me prejudica, mas, a curto prazo, pode prejudicar outros.
A consciência é danada, mas quando não temos por que a usar não significa que seja mais fácil.
Trocam-me as voltas e calha-me sempre a ameixa!
domingo, 28 de outubro de 2007
Tiritar
terça-feira, 23 de outubro de 2007
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Uuhh!!!
domingo, 21 de outubro de 2007
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Cruzes Credo!

Há mt tempo que não tinha uma semana assim tão má..
Embora não tenha a ver com os motivos que tornaram horrível a semana que passou, na próxima semana proponho-me ter mais cuidado com a minha saúde..
Se começo com este propósito já no fim-de-semana é que ainda é uma incógnita!
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Inteligência
Salvo algumas apresentações, aquele serão foi muito bom. Muito emotivo até.
A inteligência mexe comigo. Mexe comigo que se possa manifestar pela arte e tão perfeitamente se una à sensibilidade.
Gostei muito. Gostei particularmente da última apresentação.
É de louvar todos quantos estiveram envolvidos. E são também de louvar os que eventualmente se opuseram, porque involuntariamente incentivaram os protagonistas a dar o melhor de si.
À João, em particular, deixo a minha admiração, pelo que vai sendo, e honra, por permitir que a guarde no coração.
A todos, muitos Parabéns, e aos finalistas, espalhem saúde por aí!
2+2
3ª feira tive uma reunião daquelas que duram 3h.
Nunca uma reunião tão longa me deu tanto gozo.
Há (muitas) coisas que não entendo facilmente..
Trabalhar sem diversão é uma delas. Custa-me aceitar que isso aconteça. Pior (ou melhor!). Eu não o consigo fazer. Há que saber fazer várias coisas e fazê-las com gosto (sempre que possível).
Nessa tal reunião houve de tudo! Foram três horas muito leves mas muito produtivas e saí da escola com a sensação de dever cumprido. Senti que estamos a caminhar conscientes de que o chão não será sempre o mesmo, mas também de que estamos juntos.
Ocorreu-me que qualquer projecto devia ter direito a reuniões quinzenais assim.
Vamos supor que falamos, vá lá, de turmas.
É claro que, havendo pessoas com 4 ou 5 ou mais turmas, seria impraticável que isto acontecesse.
Ora, parece-me claro que, sabendo à partida que se consegue um trabalho melhor (mais rico, mais profundo, com resultados concretos, ...) com grupos pequenos, e sabendo também que o objectivo é formar pessoas de modo a que o país evolua e produza com qualidade (e englobo aqui uma série de conceitos, entre eles os relacionados com desenvolvimento económico), as turmas deveriam ser pequenas assim como o número de turmas por professor.
Porquê?
Precisamente para garantir este trabalho concreto, demorado, eficaz e de grupo.
Então, por que não?
Porque isso exigiria mais professores e mais e melhores infra-estruturas.
Como claramente assistimos a uma política de preferência do produto em detrimento do processo (a qual é perfeitamente válida para inúmeras circunstâncias), tão cedo não viveremos esta simples soma (ou multiplicação) matemática.
Perante isto, quem lucra são (alguns) privados, que fazem uma gestão mais real do sou "povo".
Nunca uma reunião tão longa me deu tanto gozo.
Há (muitas) coisas que não entendo facilmente..
Trabalhar sem diversão é uma delas. Custa-me aceitar que isso aconteça. Pior (ou melhor!). Eu não o consigo fazer. Há que saber fazer várias coisas e fazê-las com gosto (sempre que possível).
Nessa tal reunião houve de tudo! Foram três horas muito leves mas muito produtivas e saí da escola com a sensação de dever cumprido. Senti que estamos a caminhar conscientes de que o chão não será sempre o mesmo, mas também de que estamos juntos.
Ocorreu-me que qualquer projecto devia ter direito a reuniões quinzenais assim.
Vamos supor que falamos, vá lá, de turmas.
É claro que, havendo pessoas com 4 ou 5 ou mais turmas, seria impraticável que isto acontecesse.
Ora, parece-me claro que, sabendo à partida que se consegue um trabalho melhor (mais rico, mais profundo, com resultados concretos, ...) com grupos pequenos, e sabendo também que o objectivo é formar pessoas de modo a que o país evolua e produza com qualidade (e englobo aqui uma série de conceitos, entre eles os relacionados com desenvolvimento económico), as turmas deveriam ser pequenas assim como o número de turmas por professor.
Porquê?
Precisamente para garantir este trabalho concreto, demorado, eficaz e de grupo.
Então, por que não?
Porque isso exigiria mais professores e mais e melhores infra-estruturas.
Como claramente assistimos a uma política de preferência do produto em detrimento do processo (a qual é perfeitamente válida para inúmeras circunstâncias), tão cedo não viveremos esta simples soma (ou multiplicação) matemática.
Perante isto, quem lucra são (alguns) privados, que fazem uma gestão mais real do sou "povo".
WC
A porta da minha casinha (de banho!) rangia que era um disparate..
Aquela chiadeira a entrar-me nos ouvidos logo pela manhã era coisa para me fazer dizer um rol de asneiras ainda antes do "bom dia"..
Era um barulho tal, que tenho quase a certeza que os vizinhos da frente e de baixo ouviam..
Ontem não estive com meias medidas! Fritei as dobradiças! Usei óleo Fula! Não sei se é o mais saudável, mas era o que tinha em casa!!
Haja saúde!
Há uma semana estava com amigdalite e febre..
Para além de um chá, não tomei mais nada! Nem medicamentos nem mezinhas!
2ª feira já estava boa!
É a isto que se chama ter um corpo fantático!!! (Há quem chame sistema imunitário!!)
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Cara de rabo



No seguimento de um diálogo semelhante, que aconteceu na semana passada, referi-me a uma colega minha dizendo que tinha cara de desenho animado.
Quis a dita retribuir o elogio, fazendo alusão a uma característica física minha, que não é particularmente elogiosa.
Fiquei a pensar que se lhe tivesse dito que tinha cara de quem parecia ter sido esmurrado (várias vezes) ou esbarrado violentamente contra um muro, entenderia a minha intenção..
No entanto, foi agora, ao vir cogitando(!), no caminho para casa, que se fez luz neste túnel maldizente!
Entendi então a reacção da pobre infeliz: para a próxima, tenho de ter mais cuidado! Não se ofendem desta maneira os desenhos animados!
É seguir em frente
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
O pilhão e o tendão
Hoje saí dum elevador e à minha frente estava um pilhão! E eu disse: "Estou um pilhão de nervos!"!!!
Mais adiante bati com o tornozelo na quina de uma ilha de uma loja e senti-me quase Aquiles..
E a Ana perguntou: "Foi o pé partido?"
Agora o post faz sentido, não?!!
Mais adiante bati com o tornozelo na quina de uma ilha de uma loja e senti-me quase Aquiles..
E a Ana perguntou: "Foi o pé partido?"
Agora o post faz sentido, não?!!
Mestra

Hoje o dia é dedicado a Teresa de Ávila (Sta Teresa de Jesus), essa grande mulher, Doutora da Igreja, que a tantos inspirou e continua a inspirar, mesmo não sendo crentes.
Um poema é pouco, mas pode ser suficiente para suscitar interesse em quem queira conhecer melhor esta Carmelita.
Um poema é pouco, mas pode ser suficiente para suscitar interesse em quem queira conhecer melhor esta Carmelita.
ALMA, BUSCARTE HAS EN MÍ
Alma, buscarte has en Mí,
y a Mí buscarme has en ti.
De tal suerte pudo amor,
alma, en mí te retratar,
que ningún sabio pintor
supiera con tal primor
tal imagen estampar.
Fuiste por amor criada
hermosa, bella, y así
en mis entrañas pintada,
si te perdieres, mi amada,
Alma, buscarte has en Mí.
Que yo sé que te hallarás
en mi pecho retratada,
y tan al vivo sacada,
que si te ves te holgarás,
viéndote tan bien pintada.
Y si acaso no supieres
dónde me hallarás a Mí,
No andes de aquí para allí,
sino, si hallarme quisieres,
a Mí buscarme has en ti.
Porque tú eres mi aposento,
eres mi casa y morada,
y así llamo en cualquier tiempo,
si hallo en tu pensamiento
estar la puerta cerrada.
Fuera de ti no hay buscarme,
porque para hallarme a Mí,
bastará sólo llamarme,
que a ti iré sin tardarme
y a Mí buscarme has en ti.
*Atrás fica a tradução
Vagar
Ontem à noite estava a pensar na Paz que se dá e se recebe.
Não a tenho sentido como é habitual em mim, nem dada nem recebida.
Perguntei-me se ainda a teria. Concluí que sim. Só não a tenho saboreado.
As leituras de ontem falavam de gratidão.
E gratidão é exactamente isto: saborear. "Perder" um tempo demorado com aquilo que é nosso. Sentir-lhe o gosto.
Mesmo quando não há vagar!
domingo, 14 de outubro de 2007
Kalashnikov

Os Kalashnikov nasceram de um sketch no programa de Jel, “Vai Tudo Abaixo”. Ali, uma pseudo banda de punk-metal cantava, ou melhor gritava aos 4 ventos “Bin Laden, George Bush, One Love, One Family” e “This is not fucking Morangos com Açúcar, this is not fucking Floribella”...
Fui a um concerto deles 6ª feira.

Para além do muito barulho (dah! 'Tavas à espera de quê?!) e do vento frio, foi uma comédia aquela hora (?) em que ali estive.
O que me preocupa é a quase certeza de que muitas daquelas criaturas que gritam cá de baixo não vêem que numa hipótese muito remota, só assim mesmo por acaso, os lá de cima até estão a chamar a atenção para um problema mundial.
Ou então sou eu, que no meio do moche bati com a cabeça nalgum sítio e lá se foi mais um ossinho! :P
Só explicar
Nunca pensei que um pé partido pudesse fazer andar tanta coisa na minha vida..
Há fracturas internas que muitas vezes não sabemos que temos e assim não as curamos.
Vai daí..
.. Perguntei-me algumas vezes o que levaria as pessoas a ter um blogue:
"Para quê um blogue?"
("O que é que isto tem a ver com o pé partido?")
Parece-me evidente que, mais do que comunicar directamente com alguém, há a necessidade de gritar sem que se saiba, sem que se choque; falar, falar, falar sem ser conectado com louco ou desequilibrado; "mostrar que se existe" sem ter de se revelar ou expor.
Suponho que aconteça o mesmo comigo.
Tenho caderninhos onde vou escrevendo o que me vai na alma, mas decidi dar-me as boas vindas a esta nova era da tecnologia e apresentei-me no mundo dos blogues!
Será um espaço para as minhas fracturas, solidificações, assinaturas noutros gessos e de onde quer que um pé partido me continue a levar!
Kommst du mit mir?
5º metatarso
14.Out.2006
Fracturei o pé.
2 meses em casa.
Caminhei sem andar.
14.Out.2007
Cheguei aqui!
Fracturei o pé.
2 meses em casa.
Caminhei sem andar.
14.Out.2007
Cheguei aqui!
Subscrever:
Mensagens (Atom)