Vejo mesmo mal. Às vezes, parece que está perto e está longe. Outras vezes, parece que está longe e está perto. O resultado é que várias vezes entorno. A solução é virar só depois de tocar.
Estava eu em casa e começo a ouvir "... acreditar que querer é poder..." - a música da primeira (?) edição da operação Triunfo, que eu não ouvia desde então - com outra pronúncia e, eventualmente, outras palavras.
Gostar faz toda a diferença. Apesar de super comichosa com as canetas, ontem (que já foi 5ª feira) emprestei a minha caneta encarnada. E nem me importei com o bico.
Já conheço alguns cheiros. Da terra, da casa-de-banho lá de cima, da escola, do mercado, de algumas zonas, da humidade, do mar.. E já tenho saudades do que está para vir..
Quero falar com alguém que não me oiça. Ou, então, que só me oiça. Nem padre nem amigo. Alguém a quem eu conte e depois me conte e eu perceba que nada importa.
E que no fim riamos. Riamos muito. Por não importar.
quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
Fez ontem um mês que me enviaram. E, como eu sou bem enviada, vim! Se me tivessem mandado não tinha vindo!